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TRATAMENTO:
Os tratamentos para a impotência são tão variados quanto as suas causas. A única coisa que todos têm em comum é que não podem ser utilizados sem acompanhamento médico, sob o risco de piorar a situação, ou até de provocar estragos maiores.
Existem diversos medicamentos que têm sido testados para promover a potência sexual, aumentar a libido, ou para reduzir os efeitos de fatores vasculares e hormonais.
Os procedimentos médicos mais utilizados para o tratamento da impotência são a psicoterapia, os dispositivos mecânicos externos, os medicamentos (que podem ser por via oral ou por injeções locais) e as cirurgias.
PSICOTERAPIA
Para tratar a impotência produzida por causas psicológicas, é preciso, em primeiro lugar, diminuir a ansiedade associada ao ato sexual, e também tratar as causas do estresse e as questões psicológicas apresentadas.
Nesses casos, a parceira também tem um papel fundamental, pois, para resolver o problema, o casal será incentivado ao diálogo e a um aumento gradual da intimidade, o que ajuda a diminuir a ansiedade.
MEDICAMENTOS
Nos últimos anos, os maiores complexos farmacêuticos consomem altas quantias de dólares em pesquisas, ensaios e testes para a produção de novos medicamentos contra a disfunção erétil.
Para exemplificar, em recente publicação do Jornal Gazeta Mercantil (10/03/2003), vê-se que os laboratórios Bayer e Glaxo Smith Kline PCLAG lançaram o medicamento Vardenafil na Europa, que consumiu 800 milhões de dólares de pesquisa.
Mas os medicamentos para tratar a impotência, que podem ser tomados via oral ou injetados diretamente no pênis, só devem ser usados com receita médica.
MEDICAMENTOS ORAIS
Sildenafil:
O citrato de sildenafil age especificamente inibindo uma enzima que provoca o relaxamento do sistema vascular de esvaziamento dos corpos cavernosos. Não pode ser ingerido por quem utiliza hipertensivos à base de nitratos.
Vardenafil:
A ação é semelhante à do Sildenafil, mas talvez faça efeito em menos tempo: cerca de 30 minutos.
Tadalafila:
Age inibindo uma enzima no pênis mantendo a ereção.
Apoformina
Substância que estimula a ereção no cérebro.
Se usados indiscriminadamente por homens cujo problema é de fundo emocional, funcionam apenas como paliativos, pois não solucionam a principal causa, que é psicológica. Se usado indiscriminadamente por homens cujo problema é de fundo emocional, funciona apenas como um paliativo, pois não soluciona a principal causa, que é psicológica.
MEDICAÇÃO LOCAL
Efeitos bem comprovados e significativos foram conseguidos com dois medicamentos apenas:
Alprostadil: Esta é uma droga genérica derivada de um tipo de hormônios vasculares de ação local, chamados de prostaglandinas E1. O alprostadil está disponível nos Estados Unidos e em outros países sob o nome comercial de Caverjet, e é normalmente injetado com uma agulha fina diretamente nos corpos cavernosos do pênis.
Ali, ele promove uma ação vascular que leva a uma ereção em cerca de 15 minutos, e que dura entre 20 a 40 minutos, em 80 a 90% dos casos. Algumas vezes o alprostadil é composto com papaverina, uma enzima de ação vascular, ou fentolamina.
Embora este método seja seguro, simples e efetivo, mais de 50% dos pacientes o abandona depois de seis meses de uso, por medo de injeções, ocorrência de dor, fibrose nos locais da injeção e intromissão com a intimidade sexual.
Dispositivo intra-uretral
Uma forma menos invasiva de terapia por prostaglandinas foi recentemente aprovada nos EUA, chamada MUSE.
Uma pequena pelota de alprostadil é uma espécie de mini-supositório, com cerca de quatro milímetros (4mm), inserida com um dispositivo operado manualmente na uretra.
Um movimento de massagem com as mãos ao redor do pênis dissolve o medicamento, que vai agir localmente na circulação sangüínea. O efeito demora mais a aparecer que a injeção, mas são evitadas as queixas associadas com a forma injetável. Entretanto, não é tão efetivo quanto a injeção.
É de fácil aplicação e faz efeito em 10 minutos, porém funciona para apenas 20% dos usuários.
Dispositivos a vácuo
Os dispositivos mecânicos de vácuo causam a ereção ao criar um vácuo parcial ao redor do pênis, o que atrai o sangue para a região, provocando uma ereção.
Esses aparelhos possuem três componentes: um cilindro de plástico, no qual se introduz o pênis; uma bomba que extrai o ar do cilindro e uma fita elástica que se coloca na base do pênis, e que tranca o refluxo do sangue, mantendo a ereção.
O uso desse tipo de aparelho, porém, deve ser detalhadamente orientado pelo médico, pois se trata de um método que apresenta riscos de lesão.
Bomba a vácuo: O aparelho faz uma sucção no pênis, estimulando a entrada de sangue no órgão e desencadeando a ereção. Quando ela ocorre, um anel de borracha deve ser colocado na base do pênis, para evitar que o sangue saia e o pênis fique flácido.A ereção pode permanecer por 20 a 30 minutos.
O uso indevido do aparelho (por mais de 30 minutos) pode provocar o rompimento de vasos sangüíneos, hematomas e coagulação do sangue dentro do pênis. O anel interrompe a circulação sangüínea, deixando o pênis frio e dificultando a ejaculação.
Fonte: Portal Unimeds
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